Archive for June, 2010

Continuações de Tropa de Elite e Paranormal Activity

Wednesday, June 30th, 2010

Essa semana fiquei sabendo de dois filmes que estreiam esse ano e achei válido um registro aqui – evitando falar dos vampirinhos teens, já que esse filme é um tanto patético.

Os dois filmes são continuações. Uma de um filme brasileiro e outra de um filme gringo. O brasileiro é o “Tropa de Elite 2″. Vi o primeiro finasteride 1mg e achei muito bom, porém achei os 10 minutos finais do filme broxante demais. Afinal, o cara deu ou não deu o tiro na cara? #spoiler A continuação desse filme parece ser interessante – e espero que tenha um final decente.

O outro filme é o tal do “Paranormal Activity 2″, ou Atividade Paranormal 2, no bom português. Eu cismo em escrever o nome em inglês por que eu acho que é a única coisa de legal que o filme tem. Vi os trailers do primeiro na internet, fui me cagando de medo assistir no cinema achando que, sei lá, eu ia tomar sustos igual no video da internet. Cheguei lá e… NA-DA! O filme é meio tosquinho e o único susto que eu levei foi no final (aparece no trailer do segundo, esse aqui debaixo). Mas eu também defendo o filme pro pessoal que não viu. É só assistí-lo sem a esperança de ser um filme assustador. No mais, ele é até engraçadinho, legaizinho e bonitinho (principalmente a mina mó desesperada com os barulhos). Espero que o segundo seja mais legal que o primeiro para “compensar” meu desânimo ao sair do cinema.

Sobre a formatura de oitava série

Monday, June 28th, 2010

Algumas pessoas, ao lerem eu perfil, me perguntam o porquê de eu detestar tanto minha formatura de oitava série. Resolvi contar toda a história para ninguem mais perguntar sobre isso.

Iniciei minha vida “social-colegial’ no jardim. Nesse colégio que eu estudava eu tinha muitos amiguinhos – como minha mãe fala. Fiquei até a quarta série e tive que abandoná-lo – já que o colégio ia até a quarta série. Nessa troca de colégio, fui para um onde não conhecia ninguém. A única coisa que aquele colégio tinha de legal era um laboratório com vários animais dentro de potes. Tinha um feto também, bem nojento… mas whatever. Fiquei dois anos nesse colégio. Lá foi onde eu tive umas paixonites – que, obvio, não eram correspondidas (já que eu era praticamente uma Jabulani) -, foi onde eu dei meu primeiro selinho (com um puta sacrifício, já que o menino correu umas cinco vezes em volta do quarteirão pra, finalmente, me dar o tal beijo) e foi onde eu não fiz taaantos amiguinhos assim.

Então eu saí daquele colégio louco – que faliu logo que eu saí – e fui para outro. Fiquei seis anos no tal “colégio novo”. Da sétima ao terceirão, com um PLUS no segundo ano, onde eu reprovei.

Logo de cara, fiz alguns amigos. Não aquilo que se diga “Nossa! Como eles são amigos!”, mas dava pro gasto. Minhas amizades eram com a Camila e com a Esther (ainda lembro dela!), só que eu tinha muita facilidade de fazer amigos homens. Então eu andava com meninos na maioria do tempo.

Da sétima até a oitava eu fiz amigos e inimigos (como a magrela que me deu umas porradas em 2003). Na minha formatura estavam apenas as pessoas mais chatas do universo: os que eu mal falava, claro.

Eu estava com um vestido rosa com umas pontas esvoaçantes (breguíssimo!), um sapato prata, uma trança indiana propicia e uns brincos LINDOS, em forma de estrela. Um batom tipos “tinta” do Avon e uma sombra clarinha. Meu vestido ia até abaixo do joelho, já que a coordenadora ia praticamente MATAR quem fosse vestida de piriguete. Mas, graças a Lei de Murphy, todas as outras meninas foram de periguete e eu parecia uma freira ao lado delas.

As cadeiras ficavam em ordem alfabética. O único amigo meu que também estava se formando se chamava Maurício e ficava láááá longe. Eu não falava com o Alexander nem com a Bianca, então vocês já sabem como eu fiquei: boiando total.

Peguei o papel que eles entregaram, quase cai (não sabia andar de salto, gente. tinha 13 anos!) e aquele finalmente aquele inferno já estava acabando. Errado! Era hora de COMEMORAR a passagem de fundamental para o ensino médio. WTF? Vou comemorar com quem? Pois é. Meu amigo da letra M evaporou. Todo o resto ficou alegremente, pulando no meio de confetes coloridos e eu olhando pro meu pai, mãe, prima e avô com mó cara de “já posso sair daqui?”

Quando eu achei que em casa eu estava segura, no meio da noite o teto do quarto da minha tia cai!

Explicado agora, né?

PS: Hoje em dia eu não falo com mais ninguém que estudava comigo. Eu devo ser uma ótima amiga! Hahaha

Music Thursday #5

Thursday, June 24th, 2010

Eis que amanhã faz um ano que o Rei do Pop morreu. No dia da morte dele, fiz uns posts no estilo “LEAVE MICHAEL ALONE!” porque eu já estava de saquinho cheio de tanta gente falando dele. Você andava na rua e lá estava Beat It tocando a todo vapor. As (raras) lojas de CDs pegaram todo seu estoque de clássicos do cantor e estampou prateleiras, ganhando muita grana com o pessoalzinho que virou “fã”. Michael conseguiu estourar novamente após várias polêmicas o envolvendo. Pena que o grande motivo disso tudo foi… sua morte.

Desde que eu me conheço por gente, ouço músicas dele. Começando pela clááááássica ABC, dos Jackson Five. Acho que todo mundo conhece essa, né? Depois minha amável mãe (beijo, mãe!) me apresentou diversas músicas do MJ. Um adendo para contar que, até hoje, minha mãe me força a ver o clipe de “We Are The World”. O sacríficio não é ver o clipe, mas ouvir minha mãe cantando. Whatever.

Outra coisa que marcou muito a vida do Michael, foram as dancinhas. Quem aqui nunca arriscou um moonwalk? Quem aqui não sabe alguns passos de Thriller – e arrisca a dançar em público? Ninguém? Ok, acho que só eu faço isso! #retardada

É bem difícil eu escolher só uma música para por aqui. Me sinto no direito de colocar duas, já que é Michael, ok? Escolhi “They don’t care about us”, já que foi gravado propecia online buy no Brasil, e Thriller, porque né, é THRILLER, gente! (esse Thriller é do “This Is It”, já que eu não consegui o clipe para por aqui. mas esse também é SENSACIONAL).

Lembranças…

Monday, June 21st, 2010

A chuva começa a bater na janela. Aquele barulhinho chato que te faz pensar em uma única ação: dormir o dia todo! Sábado podia ser um dia bacana, se não fosse o fato de Bianca estar sozinha em casa. Na realidade ela morava sozinha por opção, mas estar sem nada para fazer em um sábado era um tanto quanto deprimente.

Levantou-se de sua cama e foi até a cozinha fazer café – na esperança de animar-se um pouco. Na sua casa não existia uma cafeteira, um bule ou mesmo uma chaleira para esquentar àgua, então puxou um pote de café solúvel, misturou com leite e ali estava seu café da manhã.

Foi para a sala e sentou em um dos pufes que usava como sofá. Tinha vários deles espalhados, dividindo espaço com a televisão, um aparelho DVD e um video-cassete. Ligou sua televisão e a programação não a agradou muito. Jogos de Copa do Mundo só lhe eram interessantes na final – isso se seu país estivesse como finalista. Ver homens correndo atrás de uma bola não lhe parecia algo atraente – e sim um esporte de gente retardada, como ela mesmo dizia.

Pegou um de seus DVDs e colocou no aparelho, achando que aquele filme mudaria sua tarde. Tentativa frustrada, já que o filme era sobre uma paixonite sem graça.

- Romances americanos. Porquê eu ainda os tenho em casa? – ela resmungava, jogada no “sofá” improvisado.

Resolveu procurar algo divertido nas VHS que tinha escondida num canto do guarda-roupa. Lá estavam as filmagens – caseiras, feitas por seu tio metido a cinegrafista – de toda reunião de família. Aniversários, comemorações de datas como Natal, Dia das Mães, dos Pais, festinhas de colégio e tudo que envolvia, de alguma maneira, toda a família, lógico.

Assim passou sua tarde. Rindo e lembrando os bons momentos passados com sua família. Já até havia esquecido do seu café – que nessa altura já estava mais frio que um cadáver. Com todas essas lembranças, Bianca se perguntou o porquê de estar morando longe deles. O motivo de abandonar seus pais, irmãos, tios e toda aquela festa com a família reunida numa cidade bem buy online propecia longe da que estava morando agora.

Ela pensava nisso tudo enquanto fazia outro o café, pois aquele…

Funk da Vuvuzela

Thursday, June 17th, 2010

Eis que, assim que termino de postar, vejo um post no blog do Na Pilha com um clássico que merece um registro aqui também. Hoje é dia de Music Thursday em dose dupla. Válido, né?

Os caras da Comunidade Nin-Jitsu fizeram o “Funk da Vuvuzela” (sim, aquela corneta com barulho infernal que todo mundo usa nos jogos da Copa). E, sinceramente, achei muito mais legal que o Rebolation!

propecia buy online name=”allowFullScreen” value=”true”>

Music Thursday #4

Thursday, June 17th, 2010

E lá vou eu postar mais uma musica para alegrar a noite desta quinta-feira.

Dessa vez, eu vou falar sobre uma muito boa que o Jhony buy propecia online me indicou. Certa vez – há um tempinho, na verdade – ele me mostrou o clipe de uma banda de Berlim, chamada The Baseballs, que fazia uma versão da música “Hot N’ Cold”, da Katy Perry.

Com um estilo meio Elvis Presley, com costeleta, jaquetinha de couro e o cabelo todo trabalhado no gel, eles lançaram o álbum “Strike!” em maio do ano passado. Além da música da Katy, o álbum tem covers de “Umbrella” (ella, ella, ê, ê, ê) da Rihanna, “Don’t Cha” das Pussycat Dolls, “This Love” do Maroon 5, e vários outros artistas (como Beyonce, Roxette, e por aí vai…). Basicamente eles pegam algums hits e deixam com vibe do rock anos 50. Sensacional.

Vou parar de falar e deixar vocês se deliciando com uma musiquinha deles. Para ver mais videos, é só ir no canal da banda no Youtube.

UPDATE: Achei um video deles cantando “Poker Face“, confere aí:

Starts With You – o “Woodstock” brasileiro

Wednesday, June 16th, 2010

Os boatos envolvendo o tal do Woodstock brasileiro não param desde Maio deste ano. Finalmente, sabemos que o evento se chamará Starts With You – Music & Arts Festival e que confirmou hoje algumas atrações.

Pixies, Incubus, Dave Matthews Band e Linkin Park são os quatro únicos confirmados de um total de 60 artistas esperados para se apresentar no festival – cujo o intuito de alertar as pessoas para os problemas do nosso meio ambiente em extinção – que será na Fazenda Maeda, nos dias 9, 10 e 11 de  em Itu, no interior de São Paulo.

Eduardo Fischer, idealizador do SWU, diz que será um festival nos moldes dos grandes festivais que acontecem no exterior e que vão intensivar o uso de uma série de conduções que não poluem o meio ambiente, para concientizar como existem medidas práticas hoje em dia.

Michael buy propecia on line Lang, um dos criadores do festival dos anos 60, esteve na coletiva e diz que o SWU tem o mesmo espírito de mudança dos anos 60. – “O espírito de nos unirmos para mudar o mundo”.

A expectativa é de receber cerca de 70 mil pessoas em cada um dos três dias do evento. Ao todo serão quatro palcos, sendo dois abertos e dois fechados. Um deles será uma tenda de música eletrônica.

E hoje, às 20h (daqui a pouquinho), será lançado o portal do SWU e exibido ao vivo o evento de lançamento.

Agora é esperar até Outubro e ver o que este new woodstock tem para nos oferecer. Será que este vai superar o famoso festival de 69?

365 bares em um ano

Tuesday, June 15th, 2010

Eu dedico boa parte do meu dia caçando coisas legais na internet. Músicas, bandas, sites, blogs legais e por ai vai. Dia desses, descobri o A Guy Walks Into 365 Bars“.

O blog é do Marty Wombacher, um escritor nova-iorquino que, além de ter trabalhado em alguns jornais dos EUA, é autor purchase propecia online do livro “99 Beers Off The Wall” – onde ele foi a 99 bares e bebeu 99 cervejas em sete dias.

Agora Wombacher pretende visitar 365 bares em um ano em NY- no caso, um por dia. Hoje ele visitou o 156º bar, chamado Friend House. Marty conta sobre a visita ao bar e, no mesmo post,  faz uma promoção (valendo uma camiseta do seu blog) com seus leitores. Já na Bars List, ele coloca a lista de todos os bares em que já passou.

Além disso, tem um link chamado “buy me a beer“, onde a pessoa que está acompanhando o blog pode fazer uma doação, “pagando uma cerveja” para ele.

Você pode conferir o blog clicando aqui. Se preferir, siga também o perfil do Marty no twitter.

Music Thursday #3

Thursday, June 10th, 2010

E lá vamos nós com o cantinho musical deste blog. Poderia chamar como o dia musical, enfim. Isso não vem ao caso agora.

Antes de apresentar a trilha sonora do blog desta semana, vou começar com meu enrolation tion (maldito rebolation que nos cerca!) e explicar o porquê de eu colocar esta musica aqui.

Primeiro, eu falo da minha arte de ler dois livros. Não ao mesmo tempo, claro – eu não sou tão louca assim. Mas um de manhã e um a noite, por exemplo. Estava lendo o “Bill Graham apresenta: Minha Vida Dentro e Fora do Rock” (presente de aniversário do Felipe Melo), e confesso que estava pirando na vida do cara. Eis que ante-ontem eu comprei o “De A-ha a U2″ do sonolento Zeca Camargo. Comecei a ler ontem, antes de dormir e agora estou lendo dois livros. Não é legal?

No livro do Zeca, ele conta sobre os bastidores de várias entrevistas que ele fez, com diversos artistas. Uma das bandas citadas no livro buying online propecia é o Blur.

Tá, podem me chamar de alien, mas eu não conhecia MESMO. Uma googlada básica me mostra que eles são uma banda dos anos 90. O mais absurdo é que o vocal do Blur fazia parte do tal Gorillaz e eu nem fazia ideia.

O Zeca fala taaanto na Song #2, que eu me senti na obrigação de saber que música era. Para minha surpresa, era uma que eu ouvia pelos rádios afora e nunca sabia quem cantava.

Depois de uma explicaçãozinha chata, deixo aqui para embalar esta noite de quinta-feira… Song #2! :)

Malditas tecnologias…

Wednesday, June 9th, 2010

Há uma coisa comigo que eu não entendo. Eu gosto muito (mas muito MESMO!) de novas tecnologias. Tanto que eu ganhei meu primeiro computador aos 4 anos – a internet veio aos 5, quando eu ia visitar meu pai e seu provedor AOL (sim, A-O-L!) – e meu primeiro celular eu devia ter de 9 pra 10 anos – era um ericsson muito do feio, tijolão e tudo mais. Eu fui crescendo e meu celular foi evoluindo de acordo com minha sede de tecnologia. Meu primeiro celular não mandava mensagem (JURO!), mas o meu ultimo modelo não faz um cappuccino por pouco! #not

O problema que eu ainda sou “velha” em alguns quesitos. Eu ainda não me rendi ao Kindle, por exemplo, pois eu acho muito mais divertido ler um livro/jornal de papel (tanto que eu tenho uma coleção deles – livros e jornais – na minha casa. minha mãe fica louca com a parte dos jornais). Gosto de folhear uma revista e ter jornais espalhados pelo chão do meu quarto. Não sei se isso é mal de jornalista, mas enfim…

Ok, o objetivo não é falar da minha coleção de jornais, e sim contar o porquê do meu stress com tecnologias. Voltando…

Agora eu ando por aí munida de um celular, que é como meu segundo cérebro, e um ipod, que é onde eu escuto toda a trilha sonora do meu dia. Além desses “gadgets”, eu ainda tenho um notebook em casa, para momentos de nerdice. Todos esses três bichinhos tem um negócio chamado bateria, que dá vida à todos eles, basicamente. Eu me lembro de usá-los – óbvio – mas SEMPRE esqueço de alimentá-los com a tal energia elétrica.

Por conta deste meu lápso de memória, eu já fiquei vááárias vezes sem ouvir uma músiquinha legal, sem checar emails, sem twittar ou, o melhor de todos, sem receber ligações da minha mãe. No caso do notebook, eu já perdi um bilhão de arquivos, pelo fato da bateria acabar do nada (é do nada MESMO, gente, juro. Quando buying propecia online eu vejo, ele apita feito louco e desliga sozinho), ou eu ter que sair correndo, DESESPERADA, atrás do tal carregador.

Então eu decidi que isso teria um fim. Que eu usaria o note colado na tomada e que levaria junto comigo todos os carregadores possíveis para me manter toda trabalhada na tecnologia. Mas, é  claro, com essa cabeça de vento que eu tenho, não preciso dizer que nada disso funcionou, né?

Mas eu deixo aqui um adendo, dizendo que tudo isso faz parte de um complô do tio Murphy pra cima da minha pessoa –  já que eu estou com os lindos carregadores (do celular e do ipod devidamente descarregados), porém o que me falta é uma tomada para ligá-los.

Acho que isso é uma desculpa para eu terminar de ler meu livrinho no ônibus. Ou não…