Há um mês, venho realizando uma análise comigo mesma, para tentar entender o porque de eu ser tão retardada.
No meu querido e amável colégio, foi realizado hoje o Dia do Pijama. Dia em que todos os alunos vão de pijama para o colégio, numa tentativa de fazer todos pagarem mico. Pijama é uma palavra comum para todos. Eu pelo menos acho. Sair de pijama em público creio que seja normal também. Isso tudo na teoria, é claro. Hoje, vi como na prática tudo muda!
Muita gente ali do colégio vai de carro, então vai com pijama direto de casa. Eu tenho a (in)felicidade de fazer o trajeto casa-colégio-colégio-casa de ônibus. Vou contar-lhes agora minha experiência que durou mais ou menos uns 15 minutos (mais confesso que pareceu uma eternidade!)
Tudo começou numa conversa de MSN com minha querida amiga renatão cara de sabão, que me desafia a voltar para casa (de ônibus, lógicamente) com o pijamão que eu fui para o colégio. Ok. O que é andar no ônibus de pijama e pantufas não é mesmo? Extremamente normal. Saindo do colégio, vejo algumas pessoas usando um pijama, pantufas, ursinhos e afins entrando em seus respectivos carros. E eu, a única de pijama e pantufas (de porquinho rosa por sinal!) estava indo pegar meu ônibus.
Chegando até o ponto de ônibus, ouço um incrivel e grande coro de risadas. Até ai, tudo normal. Que pessoa não ia dar muitas risadas ao ver alguem indo pegar um ônibus de pijama e na maior empolgação. Entre uma risada e outra, meu ônibus chega!
Entro no ônibus e o cobrador, que nunca me falou um mízero oi, solta um irônico “Boa tarde!”. Entro, encontro uma menina da minha sala e fico batendo papo com ela. Obviamente todos olhavam pra mim, rindo, assustados, como se eu fosse um ser, digamos, um pouco estranho com pantufas de porquinho. Tinha até um ser humano com celular tirando foto ou filmando, sei lá.
Minha casa se aproximando, vou indo em direção a porta de saída. Saio do ônibus e vou andando, pela avenida principal do bairro, até minha casa. Meio-dia, rua lotada de crianças felizes voltando phentermine online de seus colégios e rindo (muito) da minha cara. Minha casa parecia que nunca ia chegar e eu pensava comigo “o que eu estou fazendo aqui?”
Finalmente chego em casa, com cara de cansada e não acreditando que fiz tudo isso. (Muito menos minha tia, avó, mãe).
Enquanto comentava com todos sobre minha incrível manhã, chega o carteiro chamando aqui no portão. Minha tia manda eu atende-lo e eu simlismente respondo: “Não posso. Estou de pijama!”
Com tudo isso, concluo que eu não sou nem um pouco normal! (alguem ainda tem dúvidas disso?)
Pra quem ficou curiso, ai estão as fotos da galera de pijama.
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Beijiinho
ps 1: Apesar de tudo isso, meu dia foi extremamente divertido! Cantamos, dançamos muuito! Adocica meu amor, adocica!?
ps 2: Como se aproxima a data do meu aniversário, amanhã farei um texto sobre as festas de aniversário um tanto peculiares que tive quando pequena.
ps 3: E para homenagear minha querida amiga Renata, vai uma músiquinha pra ela!
Beto Barbosa – Adocica





